27 de abr de 2010

Todo casal deveria ler !!

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Aos casados há muito tempo

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.

O amor.


A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.


Não pode haver competição. Nem comparações.

Tem que haver inteligência.

Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade.


Um bom amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós.

Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar, 'solamente', não basta.

Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.

Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá.
Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência...
Amor, só, não basta.

Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

Tudo o que todos querem é amar.
Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.
Tem algum médico aí???
Depois que acaba esta paixão retumbante,
sobra o que?

aos que não casaram, aos que vão casar,
aos que acabaram de casar,
aos que pensam em se separar,
...aos que acabaram de se separar,
aos que pensam em voltar...


[Desconheço a autoria]

24 de abr de 2010

estampado!

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Perpetuei o teu olhar
Nas memórias do meu sorriso
Por isso sorrio
E vou sentindo
Nesses pedaços do tempo
A calma
Do teu olhar
Na serenidade
Que encontro
Quando o meu sorriso
Me lembra a candura
Do teu olhar
E deixo-me ficar
Atenta
Apaziguada
E sorrio
Na quietude de mim...

20 de abr de 2010

Inutilidade pública

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Fico impressionada com a capacidade das pessoas de 'esquecer' o que é o RESPEITO.
E, há um certo tempo, me aconteceu algo que me fez pensar nisso. Mas a minha duvida maior foi, se o 'mal-educado' foi ele ou eu.

Normalmente, pego o ônibus para ir ao trabalho muito cedo, mas nesse dia, me atrasei meia hora. Detesto isso, pois é a hora em que alguns alunos começam a ir pra escola, e o ônibus, que já é lotado por natureza, fica ainda mais apertado.
Excepcionalmente nesse dia, a situação do ônibus era mais precária. Era um veículo mais antigo, em que possuia apenas a fileira-unica de cadeiras de cada lado. Sentei-me, e procurei ocupar meu tempo (40 minutos de viagem até a troca de ônibus) lendo meu livro, como fazia todo dia. Foi quando percebi um pequeno ruido bem próximo ao meu ouvido direito, mas não dei muita corda até que esse 'ruido' aumentou de volume.
Olhei calmamente para tras, e vi, um adolescente (que estava indo pra aula) com um celular que tocava MP3.
Achei que o meu olhar, pudesse ter dito algo àquele menino, mas ouvi um riso baixo, e um cochicho com um colega que estava do lado, em seguida, o som que era pouco irritante, tornou-se extremamente alto a ponto de eu não ser a unica a olhar com olhos de reprovação pra ele. Virei-me de costas, e disse delicadamente:
- Oi, seu celular não vem com fone de ouvido?
- Não!
- Você pode por favor, abaixar um pouco o som?
- Se eu abaixar não escuto.
- Nenhuma pessoa que está aqui nesse ônibus tem a obrigação de ouvir essas porcarias que vc está ouvindo.
- O celular é meu, eu abaixo se eu quiser. Tenho direito.
Meu tom de voz, passou de chateado, a grosseiro:
- Olhe aqui, o SEU direito termina, aonde começa o direito do OUTRO. Seu som está incomodando, poderiamos entrar em um acordo???
Ele fingiu que não me ouviu. Eu estava completamente vermelha de raiva, e os outros passageiros estavam me olhando assustados. Eu ainda tinha meia hora de viagem ao lado daquela bendita criatura.
Para minha alegria ele colocou o dedo pra abafar o som que me incomodava. E logo desceu do ônibus.

Mas, isso foi há alguns meses... Hoje em dia, as coisas estão bem mais modernas... Inventaram, uma tal caixinha de som, que funciona à bateria, e com pen-drive como fonte de dados. O que me faz sentir como se estivesse passando ao lado de um trio-elétrico, ou melhor comparando, aqueles carros de competição de sons automotivos.
Antes, haviam placas nos lugares públicos que indicavam a proibição de som alto, a não ser pelo uso de fones-de-ouvido. Hoje, é moda sair por ai expondo a potência das 'caixas-de-som' dos celulares.
É a modernidade, fazendo a sociedade regredir com a boa educação.
Quero os velhos tempos de volta. Sei que querer isso não é sentir-se antiquada, e sim, sentir-se carente de respeito, cordialidade e simplicidade. Pois vivemos em uma sociedade em que o que importa é somente o EU. O meu desejo, o meu direito, o meu valor. 
Isso nos deixa cada vez mais pobres de espírito

Um ótimo feriado todos. 


P.S Minha ausencia do blog, tem explicação. Eu prometo que eu conto a vocês assim que tudo se resolver. Abraços!
 

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